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Na Impressão Régia, Lisboa, 1818. In-8º de 125 págs. Protegido com uma capa de papel fino cor laranja, coevo. Todos os cadernos encontram-se por abrir. Impressão sobre papel encorpado, numa bela edição de excelente execução gráfica.
Manuel Caetano Pimenta de Aguiar (1765-1832) Poeta e dramaturgo, foi representante da ilha da Madeira nas Cortes Constituintes de 1822 a 1823, tendo sido também deputado, pela Madeira, para a sessão legislativa de 1826 a 1828. Escreveu muitas tragédias de que se conhece uma dezena, tendo sido publciada a primeira em 1816 a que deu o título de Virgínia, dando à luz o seu último trabalho em 1820. Foi de uma notável fecundidade, pois que em tão curto período de tempo imprimiu dez tragédias, todas elas de relativa extensão.
A obra trata da conquista do Perú pelos espanhóis no séc. XVI e descreve a história e as lutas de Atahualpa, o último imperador Inca, contra as tropas hispânicas lideradas por Francisco Pizarro. A tragédia explora a temática do poder e a extinção do povo e da cultura inca pelos colonizadores espanhóis, numa única perspectiva de um dos mais significativos eventos de toda a América Latina.
Inocêncio V, 382.