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Título completo: SERMAM DE S. IOAM BAPTISTA. Na Profissam da Senhora Madre Soror Maria da Cruz, Filha do Excellentissimo Duque de Medina Sydonia, Sobrinha da Rainha N.S. religiosa de Sam Francisco. No Mosteiro de Nossa Senhora da Quietaçaõ, das Framengas. Em Alcantara. Esteve o Sanctissimo Sacramento exposto. Assistirão suas Magestades & Altezas. Pregovo o P. Antonio Vieira da Companhia de Jesu. Prégador de S. Magestade.
Na Officina de Domingos Lopes Rosa, Lisboa, 1644. In-8º de 16 ff inumeradas, A-D4. Brochado com papel moderno de encadernador, ligeiramente aparado. Página de rosto enquadrado em esquadria dupla. Numerado no canto superior direito, a tinta e mão coeva. Texto com caracteres redondos e itálicos, começa na página seguinte ao frontspício com a letra N ornamentada de desenho de fantasia . Sem licenças descriminadas. Ao texto do sermão segue-se ainda a declaração de Taxa.
Exemplar muito bem preservado (ao contrário dos descritos na BNP) apenas com umas muito ligeiras manchas de humidade, exclusivas do frontspício.
PRIMEIRA EDIÇÃO, PRIMEIRA IMPRESSÃO (variante A). Desta obra existem outras variantes, descritas com detalhe na BNP (Porbase, que descreve 11 exemplares desta nossa edição, todos em mau estado de conservação), distinguindo-se as variantes "A", "B" e "C". A que se apresenta aqui, corresponde à variante A. Conhecem-se dez outras edições posteriores deste sermão, até ser publicado no vol. V dos Sermões de Padre António Vieira (1696). Nenhum dos bibliografo seguintes conseguiu identificar o impressor desta obra.
Ameal, 2489 (MUITO RARA)
Arouca, V-188
Backer-Sommervogel, VIII, 654.
Barbosa Machado, I-423 (para as edições de 1652 e 1659)
Inocêncio, XXII-370
Morais Rocha de Almeida, Dicionário de autores no Brasil colonial (2010) p.
579
Palau, 26-471 (nº 364350)
Palha, 207
Visconde da Trindade, Restauração, 209 (MUITO RARO).
Descrição:
(Gráfica da Coimbra Editora), Coimbra, 1963. In-8º de 206-(3) págs. Brochado. Capas ligeiramente empoeiradas, miolo muioto bom, não obstante apresentar raros apontamentos marginais a tinta.
Metade da obra ocupa-se com o Catálogo de Livros defesos neste Reino, desde o dia da Criação da Real Mesa Cençoria athé ao prezente para servir de expediente da Caza da Revizão (1768-1814).
INVULGAR, separata do Boletim da Biblioteca da Universidade de Coimbra, vol. XXVI.
Tese de licenciatura em Ciências Históricas e Filosóficas na FL da UL, em que descriminam os livros encorporados em 2420 bibliotecas e de elevado interesse para colecionadores de livros antigos do séc. XVIII.
Descrição:
Edições Rolim, Lisboa, 1985. In-8º de 42-(1) págs. Brochado. Lombada com ligeiros picos coçados de manuseamento. Miolo muito fresco, impecável. Capa e grafismo de João Carlos Albernaz.
Exemplar da edição especial, numerada e assinada, levando o nº VIII.
Ostenta no frontspício uma expressiva dedicatória a uma conhecida pintora nacional " Para a perigosíssima (destinatária), não uses a tesoura - só a guilhotina fatal e rápida - sem anestesia! o autor L. Pacheco 21.X.85"
Teodolito havia já sido publicado em edição mimeografada, vendido e distribuido pelo autor em 1962. A Velha Casa é aqui publicado pela primeira vez.
PEÇA DE COLECÇÃO
Descrição:
Manuscrito em papel de carta, dobrado ao meio, escrito pela frente da primeira página, assinado RAUL BRANDÃO e datado de 9.V.1928.
Carta dirigida a um amigo (desconhecido), justificando sua ausência por questões de saúde e solicitando brevidade nas palavras dada a colaboração ser imensa.
Como é sabido, são muito raras as cartas originais de Raúl Brandão.
Descrição:
Lisboa, 1931. In-4.º de (8)-34-(3)págs. Brochado. Nítida impressão sobre papel avergoadao e de original apresentação gráfica, ilustrada com um retrato do autor por José Tagarro. Dedicatória (?) não autógrafa, coeva, no ante-rosto.
Primeira edição do livro considerado por Fernando Guimarães um dos mais importantes livros de poesia publicados em 1931.
Ostenta no frontspício, um escrito pelo próprio punho de António Pedro, autografado e datado (reparo nosso: chamada de atenção para a data do manuscrito, início do mês de abril de 1931, quando o livro saiu no mês anterior) , de como este livro deveria ser criticado, e de forma muito poética.
PEÇA DE COLECÇÃO.
Almeida Marques, 1555
Laureano Barros, 4409.
Descrição:
Editorial Caminho, Lisboa, 1980. In-8º de 167 págs. Brochado. Excelente exemplar, muito limpo e muito fresco.
O posfácio de Luiz Francisco Rebelo ocupa as últimas 8 páginas.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Tipografia Atlântida, Coimbra, 1948. In-8º de VI-97-(1). Brochado. Ilustrado à parte com 9 fotografias representando os principais acidentes geomorfológicos portugueses e sua relação com sistema de falhas, estas identificadas em papel cebola, sobre as folhas da orografia regional. Ainda com três grandes mapas desdobráveis, sendo um deles a primeira representação portuguesa do mapa orográfico de Portugal Continental a três dimensões, obtido por fotografia a partir do original preservado e exposto no Departamento de Ciências da Terra da FCT/UC. Os dois outros mapas do território continental nacional, em impressão cromoilitográfica, representam a Carta Hypsométrica obtida em 1908 e a Carta Geológica de 1899.
Preserva a etiqueta editorial de aviso ao leitor, sobre os 3 extratextos fotográficos. As folhas I, II e III, tal como o mapa orográfico, faltam em grande número de exemplares dada a distribuição ter sido separada, e não incluidas na feitura desta publicação.
Trata-se do nº 22 da Memória e Notícias, das Publicações do Museu Minetralógico e Geológico da Univ. de Coimbra.
Descrição:
Livraria Classica Editora, Lisboa, 1944. In-4º de XII-420-(1) págs. Brochado. Capa com ligeiro foxing. Miolo em excelente estado. Cadernos parcialmente abertos.
Tradução de António José Brandão. Trata da história da filosofia portuguesa desde o seu coméc̣o até ao final do século XVI (exceptuada a restaurac̣ão da escolástica) e é considerada uma obra de elevado interesse, do melhor produzido em Portugal, no assunto que versa.
Primeiro e único volume publicado.
Descrição:
Editorial Minerva. Lisboa, 1947. In 8° de 332-(1) págs. Encadernado, inteira de pele reproduzindo na pasta anterior, a imagem da capa de brochura. Decoração dourada com bonitos ferros na lombada, com 5 nervos, em casas abertas e rótulos de pele vermelha. Preserva capas de brochura, e por aparar. Como habitualmente capas ligeiramente manchadas e miolo apresentando-se com ligeiro amarelecimento generalizado, dada a qualidade intrínseca do papel do pós-guerra.
PRIMEIRA EDIÇÃO da obra de estreia de Saramago, escrita e publicada quando tinha apenas 25 anos de idade e renegado pelo próprio autor durante décadas.
Descrição:
Carta manuscrita pela frente e verso, assinada e datada de 19.10.1858 e enviada ao escritor Luiz Augusto Palmeirim. Preserva sobrescrito com indcação do destinatário. Acidez marginal. Carta manuscrita a punho muito legível e, dada a sua condição de invisual, está apenas assinadas pelo autor.
António Feliciano de Castilho (1800-1875), notável intelectual, escritor e pedagogo, foi um dos últimos representantes do ultra-romantismo literário.
"... Faltei hontem porque me retive em casa o meu Ovídio, em logar de um poeta gozei de outro, as monções de escrever não se devem esperdiçar. Desejo saber se a Comedia está concluida, ou se pelo menos, ha já à conta d'ella coisa que se possa ver. Numa ou outra casa, peço hora exacta para eu ahi me appresentar. D'esta vez deixarei Ovidio e tudo para não me primar da satisfação de tornar a admiral-a e applaudil-o. ..."
Descrição:
Na Officina de Manoel Soares (I. parte) / Na Officina de Domingos Rodrigues (II. parte), 1753 (ambas as partes) , 2 partes [livros I e II + III e IV] enc. em 1 volume, Lisboa 1753. In-8º de 168(parte I) -118 (parte II) -266 (parte III e IV) págs. Encadernação coeva inteira de pergaminho mole. Faltam as XXVIII páginas preliminares da primeira parte. Restante texto completo. Frontspício com tira de papel colado (restauro antigo?).
O exemplar que se apresenta tem apenas a indicação de ter sido impresso na oficina de Domingos Rodrigues (as outras edições apontadas, vem indicação de Luiz Moraes como sendo o impressor). Entre as partes II e III vem uma Adevrtencia aos Leitores que declara estar a sair a publico a Restauração de Portugal Prodigioso I, II e III. Esta característica não é refereida por nenhum das bibliografias consultadas.
Miolo muito bom estado de conservação, ligeira acidez marginal.
Exemplar da edição de Monteiro de Campos.
Azevedo Samodães, 1972
Inocêncio V, 303 & XVI,48
Descrição:
Edição do autor, Coimbra (Tipografia Loyo), 1961. In-8º de 26 págs. Brochado. Tiragem muito limitada, a 250 exemplares.
Emboa com o subtítulo de Notas para a História ... , trata-se na realidade de um trabalho com elevado interesse para a História da Xilogravura (e consequentemente do Livro) em Portugal, sendo poucos os títulos disponíveis em torno desta matéria, além os de Ernesto Soares e os de Monsenhor Nunes Pereira. Apresenta no final uma bibliografia exaustiva de obras do autor.
Descrição:
Edição da Solução Editora, Lisboa, 1929. In-4º de 16 págs. Brochado, por abrir, em mint condition.
Nítida impressão sobre bonito papel avergoado.
Continua a ser ainda hoje o mais importante estudo acerca do referido bairro (de mais de cinco séculos de existência), onde se lê a dado passo: "... O 15 de Dezembro de 1513 é a data da fundação do Bairro-Alto por corresponder á data da escritura tabelónica que iria desde logo iniciar aforamentos para construções de casas...".
INVULGAR
Descrição:
Carta manuscrita pela frente, assinada e datada de 19.12.1967 e enviada ao escritor Luiz Forjaz Trigueiros. Preserva sobrescrito postal, também assinado.
Régio agradece a LFT ter ajudado no envio por avião de artigos vindos do Recife anunciando também envio do "... meu livro mais recente ...".
Descrição:
Imprensa Litteraria, Coimbra, 1877. In-4º de 69-(1) págs. Brochado. Exemplar muito fresco, limpo e com todos os cadernos por abrir.
INVULGAR.
Lista e descreve de froma exaustiva um conjunto importante de lápides e manuscritos antigos depositados no então museu. Metade do volume é ocupado com as Notas que são de grande interesse, pelo desenvolvimento significativo que apresentam.
Descrição:
SUB-TÍTULO: Contendo uma larga copia de termos e phrases empregadas na linguagem popular de Portugal e Brazil, com as respetivas significações, colhidas na tradição oral e em documentos, livros e jornaes antigos e modernos, incluindo muitas palavras ainda não citadas como de "giria" em diccionario algum.
Livraria Central de Gomes de Carvalho, Editor. lisboa, 1901. In-8º de XXXI -334-(2) págs. Encadernação coeva,um pouco coçada, meia ingelsa em pele bordeaux, decoração dourada em fletes triplos e dizeres, também dourados.Assinatura de posse coeva, ligeiro aparo marginal, sem capas de brochura.
Nítida impressão sobre papel encorpado, este um pouco amarelecido e oxidado.
INVULGAR e obra de grande utilidade linguística e etnográfica de interesse para o estudo da linguagem popular em Portugal, e enriquecido com um extenso texto introdutório de Teófilo Braga que ocupa as primeiras 30 páginas
Descrição:
DECIMO SEXTO REY DE PORTUGAL, COMPOSTO POR D. MANOEL DE MENEZES, Chronista mor do Reyno, e General da Armada Reál, &c. PRIMEIRA PARTE, Que contém os sucessos deste Reyno, e Conquistas em sua menoridade. OFFERECIDA Á MAGESTADE SEMPRE AUGUSTA DELREY D. JOAÕ V. NOSSO SENHOR.
Na Officina Ferreyriana, Lisboa, 1730. In 4º (22)-392 págs. Encadernação coeva inteira de carneira mosqueada, decorada na lombada com 5 nervos, a ouro em casas abertas com florões vegetalistas e filetes duplos, e rótulo de pele laranja também com dizeres dourados. Cantos ligeiramente amassados. Pertence manuscrito antigo de instituição extinta. Papel conservando a sonoridade original. Miolo muito limpo em excelente estado de conservação.
Embora tenha saído sob o nome de Manuel de Menezes, foi escrita por José Pereira Baião (Borba de Morais, I, p. 57).
A segunda parte da obra é rarísisma, e segundo Inocêncio, conheciam-se à época apenas três exemplares, sendo dois em mãos de particulares, tanto de que há notícia. Tal facto se deve terem sido destruídos antes se colocarem à venda, por ordem da Academia Real de História.
Autoria da obra é atribuiida por Barbosa Machado a José Pereira Bayão, mais tarde confirmada pelo bibliógrafo Inocêncio.
Trata-se de uma Crónica recheada de interessantes documentos para a história das possessões ultramarinas durante o terceiro quartel do séc. XVI assim como uma importante obra para o estudo do reinado de D. Sebastião e do Sebastianismo.
MUITO ESTIMADA, RARA E VALIOSA.
Ameal, 1746
Azevedo Samodães, 2384
Barbosa Machado, III-310
Borba de Moraes,
Inocêncio, V-96 & VIII-163
Monteverde, 4041
Pinto de Matos, 446
Sousa da Câmara, 2190
(não mencionado em Ávila Perez)
.
Descrição:
Editor proprietário Francisco Arthur da Silva, Lisboa, 1880. In-8º de 231 págs. ilustrado em separado. Encadernação coeva, inteira de carneira flamejante, lombada lisa e decoração vegetalista em casas abertas com filetes triplos alternados e rótulo de pele vermelha com dizeres também dourados. Antigo carimbo de posse na folha de guarda, indicando proveniência insular de Cabo Verde. Ligeiro aparo marginal, como habitual nos livros do século XIX, sem as capas de brochura.
Edição ilustrada com 14 gravuras abertas em chapa d'aço e um grande mapa desdobrável (com restauro amador) da Costa Ocidental de Africa entre Molembo e o Rio Dande (realizado por José Baptista d'Andrade em 1858). Aborda assunto etnográficos, geográficos, o comércio e a escravatura, a caça, feitiçaria, cerimónias fúnebres, jazidas de pedras preciosas, etc ...
Faz-se acompanhar no início com uma longa carta de MAnuel Pinheiro cagas e no final uma de José Baptista d'Andrade (autor do mapa que se faz acompanhar a obra).
Descrição:
Na offic. de António Vicente da Silva, Lisboa, 1760. In-8º de 11 ff. inums-213 págs. Encadernação coeva inteira de pele decorada na lombada a quatro nervos em casas abertas, com florões, filetes duplos e dizeres a ouro sobre rótulo pele castanha escura. Pequeno corte no pé da lombada, sem falta de pele. Primeiras páginas com ligeiro empoeiramento.
BOM EXEMPLAR E RARO no mercado.
Obra não referida na bibliografia das principais colecções de livros antigos portugueses. Inocêncio refere ter sido reimpressa em 1794. Embora no frontspício indique a existência de dois tomos, e no final do volume (em títulos compostos por mais de um volume) constar o tradicional "Fim do primeiro Tomo", tanto Incêncio como na informação da BN, apenas se imprimiu a primeira parte desta obra.
Academia das Ciêncas de Lisboa apresenta um exemplar (BACL-11-723-14)
Biblioteca Nacional apresenta um exemplar (S.A.-10642-P)
Diccionário de Pseudónimos de Albino Lapa (1980), 2111.
Guia de fontes primárias sobre Acadêmicos Esquecidos e Renascidos (1724/1759) por Carlos Mendes Morais (2010).
Inocêncio, I 135 & VIII 141.
Descrição:
Impressão Régia, Lisboa, 1810. In-8º de [127 págs] numeradas de 109 a 238. Exemplar em brochura, tal como saiu, apenas com os cadernos cozidos entre si. Margens intactas. Impressão sobre papel de boa qualidade, mantendo a sua sonoridade original.
Exemplar com carimbo de posse a óleo, do imponente bibliófilo e filósofo Prof Joaquim de Carvalho.
Obra elaborada a partir Das Memorias para a Historia do Jacobinismo do Abade Barruel, e publicada em Portuguez para confusão dos Impios, e cautéla dos verdadeiros amigos da Religião, e da Patria.
Trata-se da parte II da mesma obra, publicada em 1809, cuja numeração é corrida a partir da primeira parte (sairam ao todo seis partes até 1812).
Inocêncio (IV, 209) diz-nos que " ... ainda não está de todo liquida a parte que a J. Agostinho de Macedo coube n'esta publicação. No opúsculo Os Sebastianistas (parte2ª, pág. 15) diz elle, que só o segundo volume é seus, sendo o primeiro de uma douta penna ...".
Descrição:
Na Impressão de Alcobia, Lisboa, 1823. in-8º de (8)-177-(1) págs. Encadernação coeva, em carneira flamejante, cabeça da lombada e margens das capas com falta de pele. Miolo limpo e fino trabalho de traça nas últimas folhas, afectando a mancha tipográfica sem qualquer prejuízo de leitura. Corte das folhas brunido a pigmento amarelo. Com ex-libris no verso da capa anterior.
As páginas iniciais contêm o Alvará de 30-09-1770, com dedicatória ao Marquês de Pombal e no final, ao longo de uma página, vem uma poesia em latim, em louvor do autor por António Félix Mendes.
Pertence com assinatura de posse de Joaquim José Roiz da Silva (de quem encontrámos referências em documentos relativos à Guerra Civil Portuguesa de 1832 e 1834, de quem é autoria do poema amoroso, datado e assinado) constante no verso da última folha de guarda.
Inocêncio I, 175.
Descrição:
Na Officina Komarekiana, Roma, 1728. In-fólio de (12)+ 444 págs. (a1 - z1; Aa-Zz; Aaa-Iii3). Encadernação coeva em carneira mosqueada, corte das folhas carminado.Mantem a sonoridade original do papel, exemplar muito limpo, sem defeitos maiores apontar.
Obra clássica em PRIMEIRA EDIÇÃO, já de RARO aparecimento no mercado.
Ávila Perez, 2935; Conde d'Ameal, 954; Inocêncio. II-377 & IX-291; Monteverde, 2435; Samodães, 1267.
Descrição:
Livraria Aillaud e Bertrand, Paris, Lisboa. In-8º de XVI-332 págs. Bonita capa de brochura ilustrada por Abel Manta (não assinada).
Encadernação coeva inteira de skivertex azul, ligeiramente fendida na charneira anterior. Exemplar conservando as capas de brochura e inteirmente por aparar.
Ostenta uma divertida (subversiva?) dedicatória autógrafa ao escritor e bibliotecário Gualdino Gomes (1857-1948) datada de dezembro 1926.
Apresenta um ex-libris do conhecidíssimo bibliófilo vianense falecido, Dr. Aucindío Rodrigues.
PRIMEIRA EDIÇÃO (5º milheiro).
Descrição:
Oficina do Livro, Lisboa, 1999. In-8º de XXXIII-(40) págs. Brochado. Capa ilustrada.
O livro reúne textos e fotografias originais (polaroids) de Pedro Paixão.
Como Novo.
Descrição:
Na Impressão Regia, Lisboa, 1816. In-8º de 44 págs. Encadernação em papel antigo, marmoreado em tina manual. Mancha de humidade restrita à última folha, não impressa, que antecede a capa posterior. Bom exemplar, não aparado, com margens jumbo.
Exemplar que pertenceu à biblioteca de Eugénio de Castro, de quem ostenta a sua assinatura no frontspício, com uma nota manuscrita de sete linhas no verso do ante-rosto, tecendo onsiderações sobre o autor e a edição. Segundo Inocêncio este título teve uma tiragem restrita de 150 exemplares.
RARO.
Descrição:
(Tipografia do Carvalhido. Porto). 1967. In-8º de 150-(1) págs. Brochado com sobrecapa ilustrada, a partir de fotografia de Eduardo Gageiro. Insignificante defeito no pé da lombada, na sobrecapa.
Primeira edição da segunda obra poética do autor (na verdade é a terceira, pois a primeira, publicada com o autor muito jovem, foi renegada pelo próprio), bastante invulgar.
Descrição:
Imprensa da Universidade, Coimbra, 1928. In-8º de XXXIII-(1)-101-(1) págs. Encadernação meia francesa em pele castanha escura com bonitos dourados floreados em casa fechada e dizeres na lombada. Ilustrado com estampas sobre papel couché, contendo reproduções de pinturas e assinaturas dos seus autores (XIV estampas extratexto).
PRIMEIRA EDIÇÃO de uma tiragem especial limitada a 100 exemplares, numerados e rubricados por Joaquim de Carvalho
Descrição:
Ministério da Educação Nacional. Lisboa. 1970. In-8º de 27-(46) pags. Brochado. Impresso com 3 linhas a duas cores reproduzindo as vinhetas e letras capitais decorativas bem como o texto bilingue em português e tamil. O texto fac-similado é antecedido por um resumé/sumário em françês e inglês